18 novembro 2008

COMBATE À CRISE

Se todos concordamos que não há receitas mágicas para a retoma económica, quererá isso dizer que não há esperança para sairmos da crise? Estaremos condenados permanecer nesta pasmaceira económica que tem aumentado o desemprego e o mal-estar social? Será que temos que nos contentar em permanecer com uma produtividade sofrível, empresas pouco competitivas e um crescimento económico irrisório? Claro que não. Por isso, temos que pensar como é que vamos reanimar a economia. O que fazer? Podemos aumentar as exportações, fomentar o investimento ou utilizar a política fiscal (i.e., gastar mais ou cobrar menos impostos). A curto prazo, pouco podemos fazer para aumentar a procura externa. As exportações dependem não só da competitividade dos nossos produtos, mas também de muitos outros factores, nem todos controláveis. Por outro lado, o investimento público também não será suficiente para a retoma. Por isso, só nos resta a política fiscal.

2 comentários:

Antonio disse...

Caro Álvaro,

Tenho um amigo psiquiatra que parecido consigo. Ele próprio diz aos seus doentes: meu caro, o que eu quero é pô-lo novamente operacional. É esse o meu objectivo e não preocupar-me com a sua doença.

No seu caso o Àlavaro está mais preocupado em pôr a economia a funcionar do que em entender as causas de todo este mal estar que se apossou de quase todos nós.

Acho que é uma postura interessante. Fruto da sua maneira de estar. Mas esta crise parece ser uma crise verdeiramente global e ninguem parece conhecer receitas. Os mercados andam mais calmos (até ver) mas agora~é o sector automóvel. E com que cara é que os Governos vão enterrar o dinheiro dis contribuintes nesse sector. Até porque no limite isso vai inclusivé tirar rendimento disponivel aos contribuintes que terão menos dinheiro para comprar carros.

E claro, vai tornar o sector subsidiodependente. Só falta ao sector pedir a nacionalização.

E quem virá a seguir depois? Porque sectores candidatos à crise não faltam. Sei lá, Construção Civil, Construção Naval, Aviação etc etc etc.

E a propósito de construção civil, conto-lhe uma coisa que se passou comigo.

A minha principal actividade está relacionada com epreendimentos turisticos. Estava eu há uns meses a assistir à apresentação do PENT (plano estratégico nacional para o turismo) e dizia o apresentador do Turismo de Portugal justificando o larguissimo numero de PINs e demais projectos que para o triénio 2007 2010 estava previsto um aumento da procura no Algarve levemente superior a 30% e um aumento de receitas que rondava os 105%. Donde, fazendo calculos elementares se podia concluir que em três anos o gasto médio por cabeça iria aumentar cerca de 65%.

Como neste ano parece ter havido contracção do consumo então para o próximo biénio devem estar a prever um aumento do gasto médio de 70%.

E a gente que diz estas alarvosidades foi à escola e até foi à universidade paga pelos meus impostos. E, ironia do destino, esta gente quanto mais alarvosidades diz mais ganha. Porque sendo eles opinion makers dizer que está tudo a correr pelo melhor só lhes dá prestigio.

E entretanto eu tenho à frente do meu nariz um 5 estrelas em construção msma à frente do meu nariz e que já atrasou a conclusão em um ano por motivos óbvios. E que pelo andar da carruagem vai atrasar mais uns anitos.

Um abraço

Anónimo disse...

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