25 abril 2011

LISTAS DOS ORGANISMOS DO ESTADO

Nos próximos dias, e a propósito do lançamento do meu livro, o Desmitos vai sofrer algumas alterações. A principal novidade será a publicação das listas das entidades e dos organismos públicos que existem no nosso país (institutos, direcções-gerais, entidades atípicas, inspecções regionais, etc.). Todos os dias divulgarei uma lista de organismos públicos. Irei igualmente disponibilizar no blogue muitas das séries temporais da economia portuguesa que recolhi ao longo dos últimos meses durante a escrita do livro, para que possam ser utilizadas por outros(as) investigadores(as). 
O "Portugal na Hora da Verdade" estará à venda no site da Gradiva e nas livrarias e hipermercados a partir desta sexta-feira, dia 29.

4 comentários:

d'Alma disse...

Aguardo e boa sorte para o Livro!




Abraço

Francisco disse...

Uma óptima ideia essa da divulgação das séries temporais. Como estudante de Economia, muito lhe agradeço desde já, uma vez que, creio ser um problema crónico nacional, este da falta de transparência ou da dificuldade em recolher dados económicos de forma simples e prática. Tenho para mim que isto sucede pois a análise a comportamentos do Estado e a políticas falhadas é por demais evidente, e como tal o método mais eficaz de não veicular a informação é a sonegação da mesma. Um bem-haja.

António Carlos disse...

Uma sugestão para a sua divulgação da lista de entidades e dos organismos públicos que existem no nosso país: utilize um wiki (ou algo semelhante) de forma que a informação possa ser complementada pelos leitores com, por exemplo, link para o sítio web da entidade. Sugiro-lhe também que escolha dois ou três indicadores (p. ex., nº de funcionários, orçamento anual, ...) para associar a cada entidade. Se optar por um wiki esses indicadores podem ser preenchidos pelos próprios leitores.

jatavares disse...

Professor pode ter a certeza que comprarei o seu livro, estou ansioso por lê-lo.
Desde 1995 que sinto o declínio de Portugal e acredito que tal se deve apenas à fragilidade do nosso povo tão permeável à propaganda fácil e às promessas impossíveis.
Penso que os homens de bem e amantes de Portugal têm obrigação de desmontar esta máquina infernal de propaganda governamental que se instalou em Portugal, com seriedade e na certeza de que a verdade acabará por vencer.