04 maio 2011

ACORDO COM A TROIKA

Ainda é cedo para comentar o acordo com a troika. Simplesmente, nesta altura, não temos informações suficientes sobre o assunto. Hoje mais tarde saberemos.

6 comentários:

cards disse...

caro Álvaro,
Qual dos partidos, em sua opinião, até ao momento tem estado melhor junto da troika?

Direcção disse...

Faz uns tempos que numa discussão entre amigos, escrevinhei algumas medidas que achava que deveriam ser tomadas para evitar (minorarar) o descalabro em que o País se encontra.
Ia quase perdendo os amigos quando lhes propus isto:
Aumento do horário de trabalho semanal para 44 horas para todos os sectores de actividade.
Flexibilização do horário de trabalho dependendo dos sectores e época do ano desde que o numero de horas de trabalho anuais se mantenham
Não agravamento nos custos salariais ao fazer horas extraordinárias até ao limite de 2 por dia excepto fim-de-semana que seria com agravamento de 100%.
Fim dos subsídios de Natal e Férias e em compensação um aumento salarial generalizado de 10 % permitindo assim controlar melhor o consumo, gerir a tesouraria, sem grande diminuição no rendimento.
Aumento do salário mínimo para 600 euros
Para alguns sectores, nomeadamente agrícola a possibilidade do pagamento à hora, para tarefas específicas, isentas de TSU (empresas e trabalhador) por um prazo máximo de 3 meses.
IVA – taxa única de 25%
IRC – taxa 0. Diminui a fuga e aumenta a receita do IVA.
TSU empresas – 15%
Fim das deduções em sede de IRS
Redução das taxas de IRS. 0, 10, 20 e 50%.
Fim do ensino universitário gratuito.
Obrigatoriedade de 50% dos alunos com o 12º ano irem para cursos profissionais/politécnicos.
Liberalização das rendas de casa.
Reavaliação do património imobiliário para efeitos de IMI para valores de mercado.
Obrigatoriedade de incluir na declaração de IRS os ganhos mobiliários. Fim das taxas liberatórias

Direcção disse...

Completo o meu post anterior:
A vêr vamos quem vai ser mais amigo dos meusa amigos.
Se eu se o FMI.

Insurrecto Meditativo disse...

Professor, já adquiri o seu livro. Ainda não o comecei a ler, só o farei quando terminar o que presentemente estou a ler, mas permita-me que elogie o facto de oferecer soluções a Portugal, e não apenas diagnósticos, porque esses já eu os conheço, e também eu os fiz, há muito tempo.

Daniel, London School of Economics

Gonçalo disse...

Mas uma coisa já é possível perguntar:
O PS recusava a ajuda externa. Porque com ela vinham os homens de negro. O PSD foi culpabilizado pela sua vinda.
Agora que é são tudo rosas...
Como ficamos?

http://notaslivres.blogspot.com/2011/05/mais-uma-vitoria-marqueteira-de.html

d'Alma disse...

É cedo?!!!!!!!... Não!... Simples, Como o FMI vive à custa do sangue, suor e lágrimas dos outros, a sua actividade usurária convive, convenientemente, com toda a desonestidade política e acima Patriótica daqueles que (des)governam os Países onde participam com seus empréstimos!... Assim, é firmemente certo que, face à desestruturação Financeira, económica, empresarial, comercial, social e educativa, o nosso belo Portugal não vai cumprir a maior parte do acordo; sabendo, à partida, dessa impossibilidade e incompetência dos principais agentes políticos portugueses, o santo milagreiro FMI, vai forçar, no princípio do próximo ano, a cacetada final nos desgraçados dos Portuguesitos!... Então, não havendo eleições em 2013 e com o golpe dado e aceite por todos aqueles que nos deviam representar, adeus 13º, 14º meses, adeus subsídio de férias, e tudo que o nosso querido “líder” tão bem nos informou na comunicação que fez ao País!... Simples, não é?... Pois é!



Abraço